De tudo que era o retrato da esperança de um acaso, se tornou apenas o vago momento de todas as temperanças, inquiétas de desejo, esquecidas no tempo pela imensidão. A beleza enriquecida pela esperança se perdeu na contra-adição e se fez purgante de nossas emoções.
Torquato Mesquita de Rezende Borges
...2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Um depois que nunca deixou de ser um momento único ao verdadeiro pensamento da interiorização da possibilidade de um futuro.
Covardia da ilusão que me persegue além da razão que fala mais do que esta alem do que própriamente o que esta aqui.
Posso começar assim dizer que por mais que se espera menos do que aconteça do amor que ainda exaurí a presença e que tão desejado quanto menos querido pelos braços fortes e o coração palecído pela dor e pela angustia, não só pela solidão mas pela desevença, mais pelo desejo do que propriamente pela razão do que sua própria incerteza, que ao mesmo tempo que deseja eternamente esta carne ainda fibrila em emoções por sí mesmo que não distância menos do que sí mesmo a própria vontade, e nunca esquecida a uma graça mais presente do que grata, fubríla sua própria vontade ao verdadeiro amor que não quer definir por mais do que uma só emoção e se volta realidade do bem querer ao mesmo tempo pela mística da coerência que aceita o próprio destino, mas se esqueçe de sua benção e faz disso martírio, o martírio de uma beleza tão clara pra mim, não só aparente mas síntilante diante de seu destino em seu subjulgo, mas tão cadente a própria certeza disso sua espiritualidade se esconde em meus próprios pensamentos a razão da loucura que fas-se inconsequente e tão pouco quanto o que ama vázio. A mesma questão que acovarda a própria razão por benefício próprio de não se machucar novamente, ou simplesmente como toda a vida que poderia ter sido não ser nada diante disso, porque as oportunidades são únicas independentes da razão e as infames vontades são eternas assim como a consciência se faz onipresente a própria vontade que não se esconde a carne, mas sim ao amor.
E isso ninguêm pode mudar, somente a própria carne, que amo independente dos sentidos, mas se perde no amor da ilusão que própria ambivalência se faz como resolvida. Nunca te deixei que não fosse por uma força maior a sua própria vontade, mas também nunca chegou até lá que não fosse a própria razão, que me adoece só de pensar na ausência de não poder ter sido até o fim, sem que ouvesse represálias ou verdadeiros sentidos além da ignorância. O que nunca sera amor, pois além da covardia, não a amor senão o desdêm e a frustração. O que não faz disso menos ao amor e a lembrança além da vontade e da perseverança, da possibilidade de um dia poder ser algo melhor e ser possível, mas talvez não seja só a beleza a ver que poderia ser possível, mas verdadeira face dos acontecimentos a ser disfarçada a transparência da incorência relátiva aos acontecimentos mascarados ao possível bem querer esquecidos a medida do tempo da mágua mascarada a decisão do julgamento sem preliminares a nossa realidade.
Mas é preciso encarar os fatos e discernir que esta é a realidade não podemos modificar aquilo que não esta sob nosso controle, apenas as nossas decisões. Mas o sorriso não esconde a verdadeira face da angustia e da dor do que realmente é o que se mostra ao que se entregou e desfrutou como eterno pelos nosso meios, não pelos meios que acreditamos um quanto ao outro como amor a vida. Mas talvez como este mesmo amor aquilo que tenha decidido além de nós a nossa vontade e ao nosso destino, que desatina assim como nossas ações pelo nosso próprio sub-julgo.
A minha inocência é tão integra quanto o seu poder de ser onipresente a realidade que não posso entender pelo amor que tenho a mim mesmo. Vontade é só uma questão de ter aquilo que existe, inclusive não ter vontade é sobre aquilo seu próprio mundo obsteve.
Inclúsive a razão que defendi com toda a minha coerência a sua honra. Que por mais que perdida ao seu poder, nunca diante do seu amor. Aquele que realmente sintilou, por todo mundo, independente de o que estivesse errado. Que confuso, a invéja e a ganância e a própria vontade, se pôs a intolerância da inocência e abusou de nosso âmago a própria amargura que senti em temores ainda maiores do que a própria vida teria como razão a continuidade, que nunca irá se desmaterializar a própria aptidão senão a angustia de não ter sido o verdadeiro amor. Pois a vida é assim, vive-se e morre com as diferenças, mas o espirito é somente eterno aquilo que nos faz realmente contentes as nossas vontades, idependente daquilo nos toma ao destino da razão é o nosso âmago, aquele nos une e nos separa, independente de nosso amor, nossas vontades. Mas lá no fundo, sempre estara uma centelha daquilo que desejamos e ao fazermos disso o nosso verdadeiro destino iremos tomar o encontro ao mundo de nossa graça. Não apenas aquela que gostriamos de ouvir, mas aquele que temos por aquilo que temos por igual. E isso ninguêm nunca podera desmistificar de nosso espirito, não apenas pelo lugar que nos concebemos por esse desejo, mas por aquele que nos faz únicos ao nosso destino, traçado por nós, mas mascarados pelo nosso destino, em nosso desejo, ao próximo passo, mas não em nosso amor.
Posso começar assim dizer que por mais que se espera menos do que aconteça do amor que ainda exaurí a presença e que tão desejado quanto menos querido pelos braços fortes e o coração palecído pela dor e pela angustia, não só pela solidão mas pela desevença, mais pelo desejo do que propriamente pela razão do que sua própria incerteza, que ao mesmo tempo que deseja eternamente esta carne ainda fibrila em emoções por sí mesmo que não distância menos do que sí mesmo a própria vontade, e nunca esquecida a uma graça mais presente do que grata, fubríla sua própria vontade ao verdadeiro amor que não quer definir por mais do que uma só emoção e se volta realidade do bem querer ao mesmo tempo pela mística da coerência que aceita o próprio destino, mas se esqueçe de sua benção e faz disso martírio, o martírio de uma beleza tão clara pra mim, não só aparente mas síntilante diante de seu destino em seu subjulgo, mas tão cadente a própria certeza disso sua espiritualidade se esconde em meus próprios pensamentos a razão da loucura que fas-se inconsequente e tão pouco quanto o que ama vázio. A mesma questão que acovarda a própria razão por benefício próprio de não se machucar novamente, ou simplesmente como toda a vida que poderia ter sido não ser nada diante disso, porque as oportunidades são únicas independentes da razão e as infames vontades são eternas assim como a consciência se faz onipresente a própria vontade que não se esconde a carne, mas sim ao amor.
E isso ninguêm pode mudar, somente a própria carne, que amo independente dos sentidos, mas se perde no amor da ilusão que própria ambivalência se faz como resolvida. Nunca te deixei que não fosse por uma força maior a sua própria vontade, mas também nunca chegou até lá que não fosse a própria razão, que me adoece só de pensar na ausência de não poder ter sido até o fim, sem que ouvesse represálias ou verdadeiros sentidos além da ignorância. O que nunca sera amor, pois além da covardia, não a amor senão o desdêm e a frustração. O que não faz disso menos ao amor e a lembrança além da vontade e da perseverança, da possibilidade de um dia poder ser algo melhor e ser possível, mas talvez não seja só a beleza a ver que poderia ser possível, mas verdadeira face dos acontecimentos a ser disfarçada a transparência da incorência relátiva aos acontecimentos mascarados ao possível bem querer esquecidos a medida do tempo da mágua mascarada a decisão do julgamento sem preliminares a nossa realidade.
Mas é preciso encarar os fatos e discernir que esta é a realidade não podemos modificar aquilo que não esta sob nosso controle, apenas as nossas decisões. Mas o sorriso não esconde a verdadeira face da angustia e da dor do que realmente é o que se mostra ao que se entregou e desfrutou como eterno pelos nosso meios, não pelos meios que acreditamos um quanto ao outro como amor a vida. Mas talvez como este mesmo amor aquilo que tenha decidido além de nós a nossa vontade e ao nosso destino, que desatina assim como nossas ações pelo nosso próprio sub-julgo.
A minha inocência é tão integra quanto o seu poder de ser onipresente a realidade que não posso entender pelo amor que tenho a mim mesmo. Vontade é só uma questão de ter aquilo que existe, inclusive não ter vontade é sobre aquilo seu próprio mundo obsteve.
Inclúsive a razão que defendi com toda a minha coerência a sua honra. Que por mais que perdida ao seu poder, nunca diante do seu amor. Aquele que realmente sintilou, por todo mundo, independente de o que estivesse errado. Que confuso, a invéja e a ganância e a própria vontade, se pôs a intolerância da inocência e abusou de nosso âmago a própria amargura que senti em temores ainda maiores do que a própria vida teria como razão a continuidade, que nunca irá se desmaterializar a própria aptidão senão a angustia de não ter sido o verdadeiro amor. Pois a vida é assim, vive-se e morre com as diferenças, mas o espirito é somente eterno aquilo que nos faz realmente contentes as nossas vontades, idependente daquilo nos toma ao destino da razão é o nosso âmago, aquele nos une e nos separa, independente de nosso amor, nossas vontades. Mas lá no fundo, sempre estara uma centelha daquilo que desejamos e ao fazermos disso o nosso verdadeiro destino iremos tomar o encontro ao mundo de nossa graça. Não apenas aquela que gostriamos de ouvir, mas aquele que temos por aquilo que temos por igual. E isso ninguêm nunca podera desmistificar de nosso espirito, não apenas pelo lugar que nos concebemos por esse desejo, mas por aquele que nos faz únicos ao nosso destino, traçado por nós, mas mascarados pelo nosso destino, em nosso desejo, ao próximo passo, mas não em nosso amor.
Lulu Santos / Fullgas (Antonio Cícero / Marina Lima)
Meu mundo você é quem faz
Música e letra, e dança
Tudo em você é fullgás
Tudo em você é quem lança
Lança mais e mais e...
Só vou te contar um segrêdo
Nada de mal nos alcança
Pois tendo você
Meu brinquedo
Nada machuca
Nem cansa
Pois tendo você
Meu brinquedo
Nada machuca, nem cansa
Criança!...
E não venha me dizer
O que será
Da minha vida
Sem você...
Noites de frio
Dia não há
E um mundo estranho
Prá me segurar..
Então onde quer que você vá
É lá que eu vou estar
Amor esperto
Tão bom te amar...
E tudo de lindo que eu faço
Vem de você, vem feliz
Você me abre os braços
E a gente faz um país...
Você me abre os braços
E a gente faz um país...
Música e letra, e dança
Tudo em você é fullgás
Tudo em você é quem lança
Lança mais e mais e...
Só vou te contar um segrêdo
Nada de mal nos alcança
Pois tendo você
Meu brinquedo
Nada machuca
Nem cansa
Pois tendo você
Meu brinquedo
Nada machuca, nem cansa
Criança!...
E não venha me dizer
O que será
Da minha vida
Sem você...
Noites de frio
Dia não há
E um mundo estranho
Prá me segurar..
Então onde quer que você vá
É lá que eu vou estar
Amor esperto
Tão bom te amar...
E tudo de lindo que eu faço
Vem de você, vem feliz
Você me abre os braços
E a gente faz um país...
Você me abre os braços
E a gente faz um país...
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