- Esquecendo acentos, palávras que tive dificuldade antes e as encontrei ainda mais distantes.
Dores de cabeça mais compléxas e sem solução como nunca tive.
Tudo parte de um complô do inférno das pessoas que diz-se fazer parte de um complô ainda maior de "deus"!
Sempre tive o demônio como uma figura onipotente e sem classificação, como pessoa nunca me fez mal de sua própria imagem e poder, mas resolveu assumir tal fórma da degeneração até na mulher mais béla e bondósa e da confusão de quem não vê a diferença de nada!
O dito cujo é tão inérte de sí mesmo quanto a energia das outras pessoas como quando se encontra ao que mata. É tão narcizísta como quem se diz melhor que as outras pessoas quando se fórma. Em todos os sentidos foi assim que eu o encontrei e me deparei com ele. Um cara legal, mas que não se pode confiár sempre! Assim como eu, apesar dos pesares e da fome!
- Segundo a sociedade, não é possível se livrar dele, que não seja com a violência, dar comida ao pessonhento é como se o capataz o fizesse como sua fonte de energia a minha própria carne.
- O ódio e o rancor não fazem diferença pra sua grandiozidade, se não a mim mesmo!
A dor e a loucura é apenas um prato ainda maior para seus lacaios se alimentarem, pois ele tem muitos, que tomam parte do que representa a sua existência, onde quer que você vá sem retribuir sua loucura, e se escondem em suas verdades como se fossem abstinência.
As questões que tem sentidos mais compléxos a vida se tórnam mais volúveis e sem sentido, mas sempre é uma aventura incessante.
Não existe um perdão, nem mesmo à vitima. Mas sua amizáde esta sempre lá. como se sempre estivesse disposto a perdo-a-lo.
- Cansádo dos conflitos que representam em tudo que represento.
