domingo, 15 de junho de 2014

XXX

Não tanto seu quanto de mim mesmo. Não tanto quanto você de tudo isso.

Dormindo para desejar um novo dia, somente para desejar o sono novamente, apenas para deixar de ládo o compromisso de lhe fazer realizáda, somemente para esquece-la ao tanto que se lembra somente de sí esma, do tanto que tem de tudo isso, ao monte que a faz perder de vista, mas que tão só ao encontra-la conforta-me ao montante do quanto seria tanto para que fosse a pretenção de tudo. Não tanto quanto amo-te, mas tanto quanto ama tudo para que seja tudo aos momentos que possam ser possíveis, mas não tão tudo quanto a sí mesmo.

Dificíl entende-la, vágo dipirônico princípio de sua ilusão a manter-se ao mesmo destino que lhe protege os conceitos, e ao terreno que lhe afasta os males e a faz contente de sí mesmo em paz com seu próximo. Mas dentro dela sempre um próximo, um segundo que não dura pra sempre, o amor que diferente, imenso, mas reconhece o seu prazer pela curiosidade e afírmação do poder da vida em apenas uma unidade.

Todas elas afírmádas, por sí mesma, em imensidão e em contra-teste a decadência, e a plenitude que gera em válor pela vida, maior do que o prazer, sua sabedoria e dádiva material. Sua presença nunca eterna nesta vida, mas possível de sua magnitude. Quase impossível para os homens da verdadeira fé, abrangente para os homens do poder e da dádiva.

Tão somente outra coisa ao que abrange confuso da mesma fórma que lhe faz poderio, o próprio fáto de apenas ser humana. Tanto quanto o fato da ignorância diante desta confusão, sua presença afirmada em sua inteligencia apenas pela importância que lhe diz que o amor ainda assim é possível. Mas pra tanto quanto aceitar suas máguas, é compreender as máguas de quem quer amar, que se não entende-las esmága ao seu próprio prazer. Mas como por lei em sua própria diferença, procura manter-se em seu próprio poderio, e não ultrapassar os limites do seu amor ao próprio bem que não limita ao seu prazer, mas limita ao seu amor. Que esta sempre a sua espera, confuso em sua própria inespicácia.

O que tenho do que vou encontra-la é apenas o que deixou de ser, e o que deixou é apenas o que acredita do que não pode entender de sua magnitude existêncial, mas sim a diferenças, e elas falam po sí mesmas, como se fossem da mesma idéia, e por sí mesmas não procuram outros conceitos em prol de um enrendo que não as excluam da possibilidade da vida, e é um jóga que não tem fim as próprias medidas, nada realmente em prol do amor que pode ir além da imensidão de um único ser ao sonho do poder que é manter-se vivo a esta incrédula afírmação que não soma em diferenças mas em continuidade.

Desta mesma fórma deixa de ládo a inteligência, para fazer-se vivo a própria morte de seu amor, nossos desejos são mais fortes a própria sorte, e a beleza sempre pode nos trazer um novo encontro ao belo que se ilude o amor e faz do passádo solúvel.

Eu também não vejo a amores perdidos, não me posto a incoerências, não faço de traições perdão, tanto quanto esta força vem da mulher, o homem a tem como parte de sua própria indole afírmáda a mesma questão e orgulho. Mas não tanto quanto seu jôgo! Bom, mas daí a questão não se tráta do jogo assim por dizer, pelo que sou por dizer. Mas cláro pelos momentos que se faz por perdido ou apenas pela inteligência de aceitar isso, ou ter mais do que isso, para não perder de novo.

Se fossemos apenas prazer, tudo seria mais fácil, mas não somos, e tanto quanto ela não é dona do jôgo que gira sobre a inteligência que temos sobre a força da energia e os acontecimentos diante disso, esta a nossa fé. E esta vem por ventura inconfidência, da imaginação, do sonho inácabado e da ida sem ida, da oni-potência, e de todos os males a própria sorte, a diversão e o re-encontro, mas bem menos do que isso e a força que pode se afírmar ao "menos" que dura, que "tão pouca" não é eterna, mas dura o suficiênte para que seja. Assim como a própria vida, para uns o negativo maior do que o posítivo, para outros apenas o que contenha sua existência, de qualquer fórma o que não ganha por um, perde-se por outros, e é ai que o jogo se complica, pois sua própria sorte fica a mercê do bem e do mal, assim como nossa própria ilusão desmedida de nos mantermos amádos e seguros ao que realmente nos faz contentes e seguros as próprias ações.

A paz é mero perômonio que se faz da ilusão de estar sózinho perante as palávras da conciência que não se aceita, mas toma tudo ao seu redor!